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O Ateneu

Capa: O Ateneu

Vestibulares: 2023, 2022, 2021

Disponível em: Vestibular Acessível

Descrição

Sérgio é o protagonista da história. A obra narra a trajetória dele (cerca de 2 anos) desde quando foi matriculado no colégio interno chamado Ateneu, com 11 anos. A história, que se passa no século XIX no Brasil, tem como espaço o Rio de Janeiro, mais precisamente o bairro do Rio Comprido. O romance tem início com a visita de Sérgio ao colégio. Nas palavras de seu pai: “Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta.”

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O Bem Amado

Capa: O Bem Amado

Vestibulares: 2020

Disponível em: Vestibular Acessível

Descrição

O autor, responsável por retumbantes êxitos teatrais e cuja obra tem por denominador comum a contestação política e social, fornece ao leitor um irresistível retrato dos costumes da vida de um lugarejo do interior baiano, ordeiro e pacífico, para inauguração de um cemitério – plataforma política de seu ambicioso prefeito, Odorico Paraguaçu. O problema: ele precisava providenciar um morto. Odorico, o Bem-Amado, é a encarnação, em escala provinciana, de personagens bem mais sinistros da vida política latino-americana, ditadores, caudilhos, demagogos de todos os tipos, e cujo perfil ora cômico, ora patético, a rica imaginação do autor delineia de forma precisa e contundente. Naturalmente, o protagonista é também um ser humano em crise. O vácuo entre suas pretensões de grandeza, que comicamente se revelam na empolada linguagem, e a triste realidade de uma região, para ele frustrantemente subdesenvolvida, acentuam as contradições de sua existência e da própria política que ele representa e personifica.

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O Espelho

Capa: O Espelho

Vestibulares: 2021, 2020

Disponível em: Vestibular Acessível

Descrição

O conto se inicia com uma breve descrição sobre uma reunião entre cinco senhores que discutiam questões de metafísica. Um deles, chamado Jacobina, homem provinciano, capitalista, inteligente, dificilmente abria mais que duas ou três palavras. Entretanto, em certo ponto, quando solicitada a opinião do casmurro, o mesmo resolve desenvolver sobre sua teoria e conta uma história de sua vida. Ele conta que aos 25 anos foi nomeado Alferes da Guarda Nacional e por esse fato a sua família passou a elogia-lo e a se orgulhar dele. Sua Tia Marcolina decide chama-lo para o sítio onde ela morava e por conta do seu status, ela lhe oferece um grande espelho. Neste conto Machado de Assis revela que a “alma exterior” do ser humano, é constituída pela imagem que os outros fazem, e ela é bem mais valorizada que a “alma interior”, que é de fato o que homem é.

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O Marinheiro

Capa: O Marinheiro

Vestibulares: 2023, 2022, 2021

Disponível em: Vestibular Acessível

Descrição

Um dos raros textos dramáticos de Fernando Pessoa, O marinheiro fala do sonho e de lugares e vidas imaginadas que se tornam presentes pela força da palavra de quem os cria e de quem ouve falar deles. Três jovens conversam suavemente. Velam uma moça. A noite custa a passar e as histórias fazem passar o tempo. Imóveis, conversam. Lembram do passado como de uma época feliz. Mas teria sido mesmo assim? Além-mar, um marinheiro perdido constrói para si um novo passado e povoa o silêncio desse encontro. Uma das jovens tece esse relato com sentimentos delicados como os matizes de uma bela e trabalhosa tapeçaria. Quando raia o dia, as próprias jovens, tomadas pela história que inventaram, percebem-se entre o sonho e a realidade – ficção de si mesmas, ficção que os passos que se ouvem fora daquela sala vêm interromper.

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Quarto de Despejo

Capa: Quarto de Despejo

Vestibulares: 2020

Disponível em: Vestibular Acessível

Descrição

Do diário da catadora de papel Carolina Maria de Jesus surgiu este autêntico exemplo de literatura-verdade, que relata o cotidiano triste e cruel da vida na favela. Com uma linguagem simples, mas contundente e original, a autora comove o leitor pelo realismo e pela sensibilidade na maneira de contar o que viu, viveu e sentiu durante os anos em que morou na comunidade do Canindé, em São Paulo, com seus três filhos. Ao ler este relato-verdadeiro best-seller no Brasil e no exterior- você vai acompanhar o duro dia a dia de quem não tem amanhã. E vai perceber que, mesmo tendo sido escrito na década de 1950, este livro jamais perdeu sua atualidade.

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Seminário dos Ratos

Capa: Seminário dos Ratos

Vestibulares: 2024, 2022

Disponível em: Vestibular Acessível

Descrição

Em Seminário dos Ratos, publicado pela primeira vez em 1977, Lygia Fagundes Telles lança mão de toda a sua maestria narrativa para explorar regiões recônditas da psique e do comportamento humanos. Em várias das suas catorze histórias a autora se aventura pelo fantástico como modo privilegiado de acesso ao real. Mas o fantástico de Lygia recusa as facilidades do chamado realismo mágico, apresentando-se a cada vez de maneira diversa e surpreendente. Alternando tempos narrativos, passando com desenvoltura da primeira à terceira pessoa, usando com destreza o discurso indireto livre, Lygia Fagundes Telles atinge neste livro a proeza de conciliar uma construção literária altamente complexa com uma capacidade ímpar de comunicação com o leitor.

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Sermão de Quarta-Feira de Cinzas, 1672

Capa: Sermão de Quarta-Feira de Cinzas, 1672

Vestibulares: 2020

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Descrição

Em três sermões de Quarta-feira de Cinza, data que marca o início do período quaresmal no calendário católico, o jesuíta português Antonio Vieira (1608-1697) tratou da morte como cerne da consciência cristã, como objeto de temor que orienta as práticas da existência e ainda como forma última do desejo. Em seu conjunto, os argumentos relativos à eternidade, à hora da morte e às misérias da vida e dos vivos compõem uma dialética afetiva de temor e consolação que está na base de uma surpreendente arte de morrer.

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Sermão de Quarta-Feira de Cinzas, 1673

Capa: Sermão de Quarta-Feira de Cinzas, 1673

Vestibulares: 2020

Disponível em: Vestibular Acessível

Descrição

Em três sermões de Quarta-feira de Cinza, data que marca o início do período quaresmal no calendário católico, o jesuíta português Antonio Vieira (1608-1697) tratou da morte como cerne da consciência cristã, como objeto de temor que orienta as práticas da existência e ainda como forma última do desejo. Em seu conjunto, os argumentos relativos à eternidade, à hora da morte e às misérias da vida e dos vivos compõem uma dialética afetiva de temor e consolação que está na base de uma surpreendente arte de morrer.

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Sermão de Quarta-Feira de Cinzas, Enfermidade do autor

Capa: Sermão de Quarta-Feira de Cinzas, Enfermidade do autor

Vestibulares: 2020

Disponível em: Vestibular Acessível

Descrição

Em três sermões de Quarta-feira de Cinza, data que marca o início do período quaresmal no calendário católico, o jesuíta português Antonio Vieira (1608-1697) tratou da morte como cerne da consciência cristã, como objeto de temor que orienta as práticas da existência e ainda como forma última do desejo. Em seu conjunto, os argumentos relativos à eternidade, à hora da morte e às misérias da vida e dos vivos compõem uma dialética afetiva de temor e consolação que está na base de uma surpreendente arte de morrer.

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Sobrevivendo no Inferno

Capa: Sobrevivendo no Inferno

Vestibulares: 2023, 2022, 2021, 2020

Disponível em: Vestibular Acessível

Descrição

A principal obra do maior grupo de rap do Brasil agora publicada em livro, contundente como sempre e atual como nunca. Leitura obrigatória do vestibular da Unicamp. Na virada para os anos 1990, os Racionais MC’s emergiram como um dos mais importantes acontecimentos da cultura brasileira. Incensado pela crítica, o disco Sobrevivendo no Inferno vendeu mais de um milhão e meio de cópias.Agora publicados em livro, precedidos por um texto de apresentação e intermeados por fotos clássicas e inéditas, os raps dos Racionais são a imagem mais bem-acabada de uma sociedade que se tornou humanamente inviável, e uma tentativa radical, esteticamente brilhante, de sobreviver a ela. “Foi com Sobrevivendo no inferno que a juventude negra e periférica se formou. Por causa deste disco muita gente se graduou em autoestima e não entrou para a faculdade do crime.” — Sérgio Vaz “O relato não frio, histórico e real da mentalidade que massacra e exclui no Brasil.” — Criolo

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