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Encontrados 876 documentos
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A Nova Ecologia do Conhecimento: Recursos Educacionais Abertos

Autores:Fredric Michael Litto
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A velocidade com que a aprendizagem a distância está se desenvolvendo no Brasil e no mundo nos dá uma idéia clara da crescente importância que o conhecimento, os conteúdos em forma digital, e a aprendizagem a qualquer hora e em qualquer lugar, terão numa "sociedade de conhecimento". Os novos papéis dos "recursos educacionais abertos", dos "objetos de aprendizagem", de "heutologia--aprendizagem auto-dirigida", da "educação-não formal", e as prováveis mudanças nos papéis dos professores, bibliotecários e instituições de ensino, serão os assuntos abordados nesta apresentação".

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A oferta do serviço de acolhimento em família acolhedora no município de Pinhalzinho/SC

Autores:Liamara Wagner Cavalheiro
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Segundo Martins (2010), abandonar bebês e crianças era atividade habitual nos séculos XVII e XVIII no Brasil. As tentativas de atendimento à criança abandonada no Brasil ocorreram, seguindo a tradição portuguesa, com a instalação da Roda dos Expostos nas Santas Casas de Misericórdia. Estas recebiam crianças abandonadas pelos pais e/ou família e as encaminhavam para amas de leite, que assumiam a responsabilidade pelos cuidados em troca de pagamento pelo trabalho. Segundo a autora, crianças que sobreviviam à esta criação eram devolvidas às instituições aos três anos, para que estas acabassem de criá-las. Este modelo constituiu-se como um importante sistema de amparo e proteção à infância, mas também registrou muitas histórias de violência praticadas por cuidadores, além de alertas taxas de mortalidade infantil e institucionalização. Para Martins (2010), concomitantemente à Roda dos Expostos, o acolhimento informal de crianças/adolescentes rejeitados por suas famílias também era comum, onde crianças eram acolhidas de forma voluntária por uma família disposta a prestar os cuidados, e na maior parte das vezes o cuidador acabava criando vínculos socioafetivos com o acolhido, e este permanecia com a família, tornando-se “filho de criação”. Apenas por volta do século XIX, a proteção e o cuidado com crianças/adolescentes que vivenciavam uma condição de abandono tornou-se uma questão pública e de preocupação da sociedade civil brasileira. Com o objetivo de regularizar estas condições de vulnerabilidade, a Constituição Federal (1988) propôs inovações, conferindo à infância direitos fundamentais, adotando a Teoria da Proteção Integral. De acordo com o Art. 227 da CF/1988, trata-se do dever da família, da sociedade e do Estado assegurar que crianças e adolescentes tenham direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, colocando-os a salvo das negligências, discriminações, explorações, violências, crueldades e opressões. Na sequência, o Estatuto da Criança e do Adolescente (1990) destaca a importância da convivência familiar e comunitária como um direito fundamental, enfatizando ser indispensável, assim como a educação, a saúde, o lazer ou os demais direitos básicos, conforme descrito nos Art. 19, 100 e 101. No período que se seguiu entre 1993 e 2009 houve a regulamentação da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), a criação de Planos Nacionais relativos ao acolhimento familiar de crianças e adolescentes, a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais (2009), e o documento Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes (2009). Segundo as Orientações Técnicas (2009), a política de acolhimento em família acolhedora caracteriza-se pelo acolhimento de crianças/adolescentes que precisaram ser afastados provisoriamente de sua família de origem por decisão judicial em razão da violação de direitos. Durante este período são acolhidos por famílias previamente selecionadas, habilitadas e capacitadas para protegê-los até que possam retornar à família de origem ou serem adotadas. Esta política tem por objetivo ofertar acompanhamento humanizado e individualizado às crianças e adolescentes com medida de proteção. Outro aspecto que deve ser considerado é que, para a efetividade desta política pública, deve estar associada a outras políticas (saúde, educação, habitação, emprego e renda), de modo a auxiliar a família no sentido da superação, ou pelo menos amenização das situações de vulnerabilidade a que estavam sujeitas

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A participação do deficiente visual na informatização de uma biblioteca

Autores:Renata Galvão Leite das Chagas, Maria Imaculada Cardoso Sampaio, Fernanda Galvão Leite das Chagas, Ludmila Ferraresi
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Apresenta as estratégias encontradas por uma equipe interdisciplinar para possibilitar o acesso ao conhecimento em informática por um grupo de deficientes visuais e como a interação com videntes possibilitou a mudança de um quadro estagnado. Os desafios de se ensinar informática para um grupo de adolescentes videntes e deficientes visuais de uma escola pública encontravam várias barreiras, como a falta de equipamentos para atender a demanda de alunos, as condições precárias dos poucos recursos que tínhamos, além dos programas desatualizados ou inexistentes. Porém o desafio maior era tornar o tema informática algo que unisse os dois grupos de alunos em torno de uma ação conjunta, onde houvesse a inclusão do aluno deficiente visual de forma ativa. Assim, o grupo voltou sua atenção à biblioteca da EE Cid de Oliveira Leite, que já existia há mais de 30 anos, porém funcionava sem nenhum tipo de informatização. Os alunos videntes então, estimulados por uma professora de informática voluntária, construíram um banco de dados compatível com programas de leitura em voz alta, tornando-o acessível ao deficiente visual. Esta ação deu origem a um projeto que foi encaminhado ao “Criança Esperança” da UNESCO. Atualmente, os alunos deficientes visuais trabalham ativamente em duplas na adequação e informatização da biblioteca com bolsas e equipamentos financiados pela UNESCO. Parcerias foram firmadas e o projeto hoje se divide em oficinas, com a participação de um grupo grande de profissionais que, além de informatizar, está transformando a biblioteca em um centro cultural adaptado para acolher o deficiente visual de Ribeirão Preto e Região.