Consultar: Faculdade de Educação - FE

Titulo Principal: Inclusão social: construindo uma sociedade solidaria
Autor(es):

Fabiana Barbosa Ferraz Figueiredo
Palavras-chave [PT]:
Trabalho de conclusão de curso, Memorial, Experiência de vida, Prática docente, Formação de professores.
Área de concentração: Programa Especial de Formação de Professores em Exercício
Titulação: Licenciatura em Pedagogia
Resumo:
“Todos somos iguais e na realidade, as diferentes raças humanas se tornam algo superficial, já que todos nós viemos do mesmo lugar e possuímos um laço familiar com uma mesma mulher. A razão pela qual nos vemos diferentes uns aos outros deve-se a diferenças ambientais e a mudanças de nossa pele e cultura no decorrer dos anos... contudo, somos todos iguais!" (mother of us all.) Neste primeiro capítulo de “apresentação” farei um resumo do que pretendo descrever neste memorial. No segundo capítulo com o título de “Minha infância, meu sonho” pretendo descrever minha trajetória escolar que se iniciou em 1982, aos seis anos e quatro meses, na cidade de Santa Bárbara D’Oeste – interior de São Paulo. Algumas lembranças daquele tempo de aluna como a cirurgia que me fez voltar a ver o mundo com “outros olhos”, meu sonho de “ser médica pediatra” para seguir a profissão “professora” e enfim, toda a trajetória da minha formação profissional continuará sendo descrita no terceiro capítulo: “Sonhos que se tornaram realidade”.As contribuições do PROESF para o melhor desenvolvimento do meu trabalho pedagógico no qual a teoria e a prática “caminham” em conjunto, além dos novos horizontes e novas possibilidades de conhecimentos oferecidos pela graduação de Pedagogia e as trocas de experiências que são indispensáveis para o meu crescimento profissional serão citadas no quarto capítulo. Além das “Contribuições do PROESF” que é o título do meu quarto capítulo, também citarei alguns assistentes pedagógicos que marcaram essa minha trajetória de estudos com aluna e de professora ao mesmo tempo. Fazendo uma retrospectiva desse momento, olho para trás e chego a duas conclusões: primeiramente nada se consegue sozinho, somos pássaros de uma asa só e precisamos da asa do outro para alçar vôos cada vez mais altos e em segundo se nos colocarmos de joelhos diante dos obstáculos da vida eles nos parecerão de tamanho descomunal e intransponíveis ao passo que se nos colocarmos em pé e de mãos dadas formamos uma corrente e poderemos saltar sobre eles e vencê-los. No quinto capítulo descreverei sobre a inclusão social, não especificamente das crianças ditas “especiais”, mas sim daquela que trata das crianças excluídas da sociedade de uma maneira geral, desde o conceito do que vem a ser Inclusão, me baseando em teorias até o que relaciono e descrevo em minha opinião Neste último capítulo citado ocorrerá uma subdivisão para melhor relatar sobre o direito à inclusão e os benefícios desta para os alunos. Em seguida, abordarei outro ponto que considero indispensável neste tema: o papel da escola no processo de inclusão, que para ser inclusiva precisa ter um bom projeto pedagógico. De acordo com MANTOAN (2005) “um bom projeto exige valorizar a cultura, a história e as experiências prévias dos alunos”. Segundo a autora, devemos rever também as nossas práticas pedagógicas e os alunos com deficiências visuais, auditivas, mentais e físicas ou não, necessitam de liberdade para aprender a seu modo, respeitando seu tempo e suas condições. De acordo com a Constituição Federal Brasileira (1988), todos os cidadãos brasileiros e estrangeiros residentes no país, têm direitos políticos e sociais. Entre os direitos sociais, está o direito à educação (MEC), assim embasado a seguir: Assegurar a todos a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola, sem qualquer tipo de discriminação, é um princípio que está em nossa Constituição desde 1988, mas que ainda não se tornou realidade para milhares de crianças e adolescentes que apresentam necessidades educacionais especiais, vinculadas ou não a deficiências. A inclusão é uma importante inovação, cujo sentido eu considero ter sido muito distorcido devido à falta de esclarecimento e capacitação de alguns profissionais da educação e também porque a sociedade em geral, as famílias e os meios de comunicação não souberam tratar do assunto de forma mais clara ou ainda, buscar informações precisas a respeito do mesmo. No entanto, inserir alunos com “déficits” de toda ordem, permanentes ou não, mais graves ou menos severos na escola nada mais é do que garantir o direito de todos à educação – e assim diz a Constituição. Cada ser humano, cada criança, cada aluno é um “ser único” e por essa tão óbvia razão é que a escola não é homogênea (como muitos gostariam que fosse). Em função dessa heterogeneidade na sala de aula o nosso “mundo escolar” torna-se mais interessante e com desafios que nos faz crescer profissionalmente. É através dos desafios que ouso colocar minha trajetória e lembranças sem deixar de lado a dificuldade visual que não me impediu de lutar e buscar soluções para alcançar meus objetivos ajudando aqueles que precisam e também apresentar a inclusão social não como um obstáculo, mas sim como um direito de todos para uma sociedade mais justa e solidária.
Descrição:
Memorial apresentado ao Curso de Pedagogia – Programa Especial de
Formação de Professores em Exercício nos Municípios da Região Metropolitana de Campinas, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas, como um dos pré-requisitos para conclusão da Licenciatura em Pedagogia.
Código: 41163
Informações adicionais:
Formandos 2008 - Turma H
CDD - 370.92

Dono: admin
Criado: 01-09-2010 11:37
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