Consultar: Faculdade de Educação - FE

Titulo Principal: As relações interpessoais na educação de jovens e adultos
Autor(es):

Izabel Cristina de Paula Polo
Palavras-chave [PT]:
Relações interpessoais, Afetividade, Diálogo, Expectativas, Escolas,
Trabalho.
Área de concentração: Curso de Especialização de Jovens e Adultos da Faculdade de Educação
Titulação: Especialista em Educação de Jovens e Adultos
Banca:
Sonia Giubilei [Orientador]
Resumo:
O trabalho aqui apresentado é baseado na prática vivenciada na EMEF. Padre Leão Vallerié, em Campinas-SP, pertencente à Rede Municipal de Ensino, especificamente, no curso de Suplência do Ensino Fundamental e da experiência de mais de 20 anos na Educação de Jovens e adultos (EJA). Durante este tempo a pesquisadora acompanhou a mudança do perfil dos alunos e suas relações em sala de aula. A cada dia as relações interpessoais dessas duas gerações têm se tornado mais difíceis e, por vezes, polêmicas. Faz-se necessário entender o que dificulta o convívio entre jovens e adultos em sala de aula e como isso é trabalhado pela escola. Assim, procurou-se pesquisar as razões pelas quais ocorrem os conflitos de vivências diárias entre esses alunos, e entre eles com os professores e a escola. A pesquisa utilizou questionário e foi aplicado em 27 alunos e entrevistas com 08 alunos, dos quais dois na faixa etária de 16 a 20 anos; dois de 31 a 35 anos; dois de 36 a 40 anos e dois acima de 46 anos. As categorias analisadas foram agrupadas em quatro eixos de análises: 1- Identificação; 2- Percepção da aprendizagem; 3- Percepção em Relação ao Educador e 4- Ambiente de Estudo. No eixo 1 os resultados mostraram que 56% dos educandos são do sexo masculino; 51,85% têm entre 16 e 20 anos e São Paulo é o estado de origem de 66,62%. O índice de desempregados é de 52,56%, embora 66,67% tenham uma profissão. 77,78% informaram que estiveram afastados da escola e 52,38% ficaram afastados por menos de 5 anos. Dentre os não afastados, 66,67% estavam no curso regular. Quanto ao eixo 2, o trabalho é a razão principal de estarem na EJA. O barulho foi apontado como o fator que mais dificulta a concentração e a memorização como fator de maior dificuldade no processo de aprendizagem dos conteúdos. Matemática e Português são as disciplinas, respectivamente, de que mais e menos gostam. No eixo 3 destaca-se como uma boa aula aquela cujos conteúdos abordem situações vivenciadas pelos educandos. Valorizam no professor o conhecimento que tem em relação à disciplina que leciona. No eixo 4, 55,56% dos pesquisados acreditam que a convivência entre jovens e adultos na sala de aula não interfere na aprendizagem e 33,33% não vêem problemas com essa convivência. Em relação à opção pela EJA, 41% apontam como principal motivo a tentativa de recuperar o tempo afastado da escola.
Data de Defesa: 2009
Descrição:
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para o
Curso de Especialização em Educação de Jovens e Adultos da Faculdade de Educação-UNICAMP sob orientação do (a) Prof.(a) Dr(a). Sonia Giubilei.
Código: 41037
Informações adicionais:
CDD - 374
Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação
Este documento encontra-se depositado na Biblioteca-FE, apenas no formato digital.

Dono: admin
Criado: 31-08-2010 16:38
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